Continuação...
SOBRIEDADE A LONGO PRAZO
Um erro frequente é simplificar os problemas em termos de que basta manter o dependente afastado das drogas ou manter as drogas e os amigos que usam drogas, longe dele. Isto não pode ser imposto, a não ser pela prisão ou confinamento. E mesmo assim, a criatividade humana parece permitir que eles, nessas circunstâncias, consigam encontrar uma fonte de suprimento. De qualquer modo, uma batalha vencida hoje será travada novamente amanhã.
Enquanto que, nenhuma pessoa responsável pode se permitir tolerância sobre atos ilegais ou substâncias químicas em sua própria casa, a maioria dos esforços feitos para manter alguém livre do uso de drogas leva, simplesmente, a revolta e a mais uso de drogas. A única maneira de se conseguir uma motivação mais ampla é oferecendo amor e compreensão, principalmente enquanto o dependente estiver limpo de drogas, mas, no entanto, não permitindo que o uso e todas as consequências se tornem tão dolorosas em si mesmo que o destrua. Isso significa sofrimento, mas o sofrimento de sofrer com o dependente as consequências e não se tornando um agente de fuga para o dependente se livrar das consequências. Isto significa ter coragem de sofrer constrangimentos, pequenos e grandes, privações financeiras, condenação de parentes, vizinhos e de outras pessoas bem intencionadas e, algumas vezes, separações temporárias de formas variadas e sombrias. Precisamos oferecer alegria, quando o dependente estiver livre de químicas, mas, no entanto, permitir que as consequências do uso se tornem agudas, se quiser antecipar uma recuperação abrangente e definitiva.
Em geral todo o esforço é dirigido para modificações, quase sempre artificiais, no dependente. No entanto, em quase todos os casos, uma modificação na família é necessária, antes que qualquer mudança no dependente possa ser antecipada. Não fazer nada é impossível. Como regra geral, não fazer nada significa aceitar a situação seja negligenciada e explorada, é reagir de um modo inativo, passivo e destrutivo. A família sempre interage com o adicto e usuário, não importa quão limitado seja o contato pessoal. O importante é aprender quais as interações destrutivas e quais as que poderiam ser criativas e, então ter a coragem de tentar uma abordagem criativa. A modificação deve começar pelo não dependente. O dependente não procurará ajuda para a recuperação enquanto suas necessidades imaturas forem supridas e seus problemas resolvidos pela família ou por amigos.
A recuperação de qualquer doença grave pode levar um tempo considerável, podendo acontecer recaídas. O mundo não vai acabar se depois de um período sem drogas, o dependente retomar o uso. Se a família não entrar em pânico e retornar à forma destrutiva anterior de lidar com o problema, o escorregão pode ser usado com vantagem e servir como uma lembrança valiosa de que a primeira pílula ou gole ou inalada tem que ser evitados. No processo de recuperação não se pode esperar que toda a ação compulsiva desapareça da noite para o dia. A família pode até questionar o envolvimento intensivo do dependente com o seu grupo ou com sua terapia, pois ele pode se tornar tão compulsivo no seu tratamento em recuperação, como era em sua adicção. Isto pode ser ainda mais verdadeiro, se sua terapia inclui a participação num programa de recuperação. Ele/ela pode frequentar todas as noites as reuniões de uma dessas organizações, se associando com outros que estão tão intensamente dispostos em conseguir e manter suas recuperações.

A melhor maneira para um familiar não ressentir dessa situação, é a esposa, pai ou mãe, um amigo se juntar a grupos de apoio a familiares do dependente de drogas. O Amor Exigente é um deles. Os grupos familiares proporcionam discernimento e compreensão para os diversos problemas e dilemas que os membros da família de um dependente têm que enfrentar. O programa é tão vital para a recuperação emocional da família, como é a participação neste "problema" específico. A recuperação da dependência de drogas inclui restabelecimento da doença emocional de todos os membros da família. Se o dependente se recuperar emocionalmente e os familiares não, pode haver uma ruptura grave na estrutura familiar. A família precisa crescer emocionalmente, tanto antes, quanto durante e depois que o dependente estiver recuperado ou pode ocorrer um serio afastamento.
O momento para a família começar a trabalhar a sua própria recuperação emocional é agora. E a maneira de começar ajudar na recuperação do dependente é começar a trabalhar a si mesmo.
Em geral todo o esforço é dirigido para modificações, quase sempre artificiais, no dependente. No entanto, em quase todos os casos, uma modificação na família é necessária, antes que qualquer mudança no dependente possa ser antecipada. Não fazer nada é impossível. Como regra geral, não fazer nada significa aceitar a situação seja negligenciada e explorada, é reagir de um modo inativo, passivo e destrutivo. A família sempre interage com o adicto e usuário, não importa quão limitado seja o contato pessoal. O importante é aprender quais as interações destrutivas e quais as que poderiam ser criativas e, então ter a coragem de tentar uma abordagem criativa. A modificação deve começar pelo não dependente. O dependente não procurará ajuda para a recuperação enquanto suas necessidades imaturas forem supridas e seus problemas resolvidos pela família ou por amigos.
A recuperação de qualquer doença grave pode levar um tempo considerável, podendo acontecer recaídas. O mundo não vai acabar se depois de um período sem drogas, o dependente retomar o uso. Se a família não entrar em pânico e retornar à forma destrutiva anterior de lidar com o problema, o escorregão pode ser usado com vantagem e servir como uma lembrança valiosa de que a primeira pílula ou gole ou inalada tem que ser evitados. No processo de recuperação não se pode esperar que toda a ação compulsiva desapareça da noite para o dia. A família pode até questionar o envolvimento intensivo do dependente com o seu grupo ou com sua terapia, pois ele pode se tornar tão compulsivo no seu tratamento em recuperação, como era em sua adicção. Isto pode ser ainda mais verdadeiro, se sua terapia inclui a participação num programa de recuperação. Ele/ela pode frequentar todas as noites as reuniões de uma dessas organizações, se associando com outros que estão tão intensamente dispostos em conseguir e manter suas recuperações.

A melhor maneira para um familiar não ressentir dessa situação, é a esposa, pai ou mãe, um amigo se juntar a grupos de apoio a familiares do dependente de drogas. O Amor Exigente é um deles. Os grupos familiares proporcionam discernimento e compreensão para os diversos problemas e dilemas que os membros da família de um dependente têm que enfrentar. O programa é tão vital para a recuperação emocional da família, como é a participação neste "problema" específico. A recuperação da dependência de drogas inclui restabelecimento da doença emocional de todos os membros da família. Se o dependente se recuperar emocionalmente e os familiares não, pode haver uma ruptura grave na estrutura familiar. A família precisa crescer emocionalmente, tanto antes, quanto durante e depois que o dependente estiver recuperado ou pode ocorrer um serio afastamento.
O momento para a família começar a trabalhar a sua própria recuperação emocional é agora. E a maneira de começar ajudar na recuperação do dependente é começar a trabalhar a si mesmo.

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